sexta-feira, 26 de agosto de 2022

PEQUENO TEXTO REFLEXIVO SOBRE VOTO PARA CASAS LEGISLATIVAS FEDERAL E ESTADUAIS


Olá pessoal! Aqui quem vos fala é o Ju. Que calor né? Lembrem de beber muita água!

Eu gostaria de dar um toque sobre a eleição de deputados estaduais e federais, sobre essas coligações que o narrador leva quase um minuto para falar todos os partidos que fazem parte delas.

Você já teve a sensação de que os deputados que você vota quase nunca se elegem? Pois é. Você não enlouqueceu. Isso acontece PORQUE, não necessariamente, o voto que você deu para aquele seu conhecido amigo ou conhecida amiga não necessariamente será computado a ele(a).

Explico.

As câmaras estaduais e federal têm um número fixo de vagas/cadeiras.

Para facilitar, suponhamos que sejam 100 cadeiras e 1.000.000 (um MILHÃO) de eleitores. Nesse exemplo, cada vaga/cadeira precisa de 10.000 votos para ser preenchida por uma coligação. A ordem de preenchimento segue os mais votados da coligação. Mesmo que os mais votados da coligação do candidato que você votou pensem muito diferente dele.

Vamos a um exemplo hipotético e maluco:

Imaginemos que Bolsonaro, Lula, Ciro e Simone não fossem candidatos à presidência, mas a deputado(a) federal e estivessem coligados. É fato que os quatro possuem praticamente 100% do eleitorado, mas o Bolsonaro pensa MUITO diferente dos outros três, os quais pensam diferente entre si, mas possuem vários pontos em comum.

Para o bem do exemplo, suponhamos que daqueles 1 milhão de eleitores, 4 mil votem em Bolsonaro, 3.500 em Marina, 3 mil em Lula e mais 2 mil em Ciro, sendo eles os mais votados da coligação. Suponhamos que a coligação deles conseguiu, no total 15.500 votos. Bolsonaro seria eleito, mesmo considerando que a soma de votos de ideiais mais próximos (3.500 + 3000 + 2000) superem a quantidade de votos de Bolsonaro na coligação. 

Coisas muito parecidas com esse exemplo acontecem porque no Brasil existe uma salada tão grande de ideologias mal formuladas e mal representadas que, na maioria das vezes, os partidos se coligam por puro fisiologismo. Tempo de TV, principalmente.

O que eu quero dizer com tudo isso, que esse sistema, quando somado com o cenário político brasileiro permanente (não dá pra dizer que é só atual), dificulta demais a escolha de voto para deputado?

Exatamente.

E mais do que isso, uma sugestão que dou é: que veja quem faz parte da coligação do(a) candidato(a) que você pretende votar para deputado. Caso haja pessoas nessa coligação que não tenham nada a ver com a sua escolha, considere não votar nele, pois seu voto pode ajudar a eleger essas pessoas.

#pas

quarta-feira, 12 de agosto de 2020

A Rede Globo de Televisão realmente mudou?

Aos colegas esquerdistas, e para os desavisados também, que vinham enaltecendo a Rede Globo de Televisão por sua suposta mudança de postura no que diz respeito a "jornalismo", por conta de apontar os óbvios despaltérios desses internos de uma ala psiquiátrica de esquisofrênicos que governam o Brasil.

O que vi de relance ontem e hoje pelos telejornais surpreende um total de zero pessoas: novos ataques a servidores públicos, separando-os dos serviços públicos como se um existisse sem o outro.
Uma manipulação baixa e encomendada por quem realmente manda no país: os ricos.
P. S.: não, não estou falando de você que financiou sua casa em 35 anos e seu celta 2002 em 48x. Fique de boa.

Aqui vai o texto que inspirou esse post aqui no Blog:



Com a matéria-encomenda do Instituto Millenium de ontem o Jornal Nacional volta a militar pelas políticas públicas...

Publicado por Wilson Gomes em Terça-feira, 11 de agosto de 2020